domingo, 21 de março de 2010

Dureza.

Para quem pensa que vida de estudante é fácil,estou aqui para dizer que não!
Tenho que devorar esses livros o mais rápido possível,pq quantos mais eu puder estudar maior será minha chance de ser aprovada.
O problema é que tenho poucas horas para isso, pois trabalhando 12hrs por dia sobra pouco tempo livre e sem cansaço.Mas bola para frente,com calma a gente chega lá.
Com o passar do tempo vou contando minha saga estudantil.

Meu novo brinquedinho.

Como a Ayumi me indicou o uso de um dicionário eletrônico decidi comprar,e comprei!
Agora é meu mais novo companheiro de estudos,principalmente pq estudando para o nível 2 de conhecimento da língua tenho encontrado muuuitos kanjis que ainda não conheço.Tem quebrado um galhão.


Kibe Assado Diferente.

Vi essa receita em um blog chamado a delicia de viver o que se acredita,decidi testar,e não me arrependi,é uma combinação muito boa,a massa feita de tabule e recheada com purê de kabocha e requeijão.
Na receita original era usado uma espécie de catupiry feito de tofu,mas como é meio trabalhoso para fazer resolvi substituir por requeijão.



Segue a receita a pedido da minha maninha do coração Eli.
Para o Tabule:
1 tomate picadinho
1/2 cebola picadinha
2 xícaras de trigo para quibe
1 maço de hortelã pequeno
½ xícara de salsinha picada
3 colheres de sopa de azeite de oliva
4 colheres de sopa de shoyo
3 azeitonas picadinhas
sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Lave bem o trigo em uma peneira e deixe de molho em água fria por 20 minutos. Corte o tomate (sem sementes) em cubos. Pique bem a hortelã, a cebola. Coloque em uma travessa e acrescente a salsinha já picada, o tomate e as azeitonas. Escorra o trigo e esprema-o para eliminar o máximo de água possível. Na travessa, acrescente o trigo, misture o azeite, o sal e o shoyo. Misture muito bem. Reserve.

Purê de abóbora
1/2 abóbora média cortada em cubos
cheiro verde
sal a gosto
1/4 cebola picadinha
óleo para refogar

Doure a cebola no óleo, e acrescente a abóbora e em seguida acrescente água aos poucos e deixe cozinhar até que ela fique desmanchando, acrescente sal e cheiro verde. Amasse bem e reserve.

Montagem:

Num refratário, coloque um pouco do tabule e aperte bem para ficar bem retinho e compacto, em seguida, coloque o purê de abóbora, depois o cream cheese (ou requeijão) e por útimo cubra com o restante do tabule, apertando bem. Asse em forno médio, por mais ou menos 30 minutos.


Obs:Para o purê de abóbora eu usei um pacote de kabocha congelada já pré-cozida.Tirei a casca (que já está molinha),amassei com o garfo e fiz o purê normalmente.

Cris.

Refogado Natureba.

Como estou tentando fazer uma reeducação alimentar meu cardápio tem mudado bastante.
Este refogado ficou muito saboroso e bem nutritivo,coloquei berinjela,daikon(nabo),peito de frango picado,shiitake,soja em grãos,cenoura,brócolis,e couve-flor.Experimentem.

Esfiha genérica.

Por pura preguiça de fazer a massa de esfiha aberta,resolvi testar a idéia que a Chris me falou,usar o pão de muffin para fazer a esfiha aberta "genérica",ótima para quem não tem muito tempo.
Meu esposo gostou muito e eu tb,só não pode deixar muito tempo no forno senão ficará bem crocante,diferente da esfiha que tem a massa macia,mas mesmo crocante tb fica gostosa.


Com o pão partido ao meio,passei o rolo de pão sobre ele para ficar mais parecido com a esfiha.

Refoguei a carne moída rapidamente,(só para não colocá-la crua),depois acrescentei o caldo de um limão.
Depois de colocá-la sobre as massas foi só deixar no forno por alguns minutinhos e já estava pronta.
Muito prática,sem fazer sujeira nem bagunça na cozinha.Aprovadíssima!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Primeira postagem da Ayumi

Olá!Meu nome é Maísa Ayumi Mandarino de Moraes.Fui convidada pela Cris,minha aluna e amiga,para fazer parte desse blog,que já pertencia a Cris e a Chris..rs..achei legal o nome das duas ser tão parecido!Por enquanto não conheço a Chris,mas se Deus quiser a Cris vai criar uma oportunidade ai pra nos conhecermos né!?..espero q sim..
A Cris havia me pedido pra postar algo relatando como foi minha vida des d q cheguei aqui no Japão,mas a verdade é q não tenho muitas lembranças boas dessa época,então fico meia sem saber por onde começar.
Vim ao Japão quando tinha d 8 para 9 anos d idade e entrei na 3ª série da escola primária. Eu e minha família(somos em 5 pessoas) moramos por 1 ano num prédio pela empreiteira por qual meu pai trabalhava. No Japão não é tão comum estudar em escola particular,como no Brasil. E quem estuda em escola pública têm que frequentar à escola do bairro onde mora. Então eu também frequentei à escola do bairro onde morávamos,durante 1 ano que moramos ali. Vindo do Brasil,é óbvio que quase tudo era novidade no começo. Por exemplo,aqui no Japão,os alunos não podem ir à escola de carro,tem que ir andando com um grupo de crianças,já determinado pela escola,qual tem um líder que vai na frente e um vice-líder que vai atrás,todos em fileira.Muitas coisas eu achei ¨chique de mais¨,como todos vestirem um blazer azul-marinho pra ir à escola,usarem a mesma bolsa...sem contar as atividades que existem nas escolas japonesas,que é difícil de encontrar até mesmo nas escolas particulares do Brasil,como por exemplo aula de caligrafia,música..nessa escola que estudei durante 1 ano no dia do undoukai(gincana) tinha apresentação da 4ª e 5ª série tocando numa bandinha,eu achei bem interessante e tive vontade d participar tb,mas dai no próximo ano tive q mudar d escola. Com 1 mês na escola japonesa,eu já conseguia entender bastante coisa e me comunicar também.Com 1 ano já sabia entender e falar sem quase ter dificuldades. Nessa primeira escola que estudei as pessoas foram abertas,me trataram bem,só tinha uma menina na minha turma que ficava tentando colocar alguns alunos contra mim,mas isso foi mais no fim do ano,quando já estava pra mudar d escola. A maioria das crianças procuraram me ajudar,e no começo,quando eu não entendia Japonês elas faziam mímicas e tinham paciência em me explicar como funcionava as coisas,o quê tinha que ser feito em qual horário,e tal. O professor da minha turma me ajudava bastante,eu achei bacana q na hora da prova ele vinha ao meu meu lado e ficava me explicando as questões da prova..tb tínhamos aula d reforço para alunos estrangeiros com dificuldade no idioma.
Mesmo não sabendo me comunicar direito,consegui amigas legais e elas me convidavam pra ir à casa delas brincar,ou eu chamava pra vir em casa...
Não posso esquecer q morávamos num prédio onde só tinha Brasileiros,então éramos em várias crianças brasileiras,íamos e voltávamos pra casa juntos e acho q foi até bom morar la no primeiro ano d Japão,acho q evitou d eu ter choque d cultura,ou algo desse tipo.Não sei se as crianças da escola me receberam bem por causa q já estavam acostumadas com outras crianças brasileiras q estavam ali antes d mim,mas acho q não,deve ter algo d diferente na maneira das pessoas daquela região pensar.Vocês devem estar achando,o que tem de estranho em ser recebida bem?...isso vocês vão saber na minha próxima postagem,vou continuar falando sobre minha vida escolar no JP,mas depois que nos mudamos daquele prédio onde só havia Brasileiros.É onde começo a 4ª série numa outra escola...

sábado, 13 de março de 2010

Bezerra da Silva.

Músicas são atemporais,ainda mais se tratando de músicas sobre a realidade brasileira,e quando ouvi essa não pensei duas vezes em colocá-la aqui,e a letra tb é muito engraçada vale a pena escutá-la.
Cris.